Ações, ETFs e bitcoin em dólar e em real, desde o IPO do Google

Carregando dados…

Clique num ativo para tirá-lo ou recolocá-lo no gráfico, nas barras e na tabela. Os botões de ações e de ETFs tiram ou recolocam o grupo inteiro de uma vez.

Fechamento mensal ajustado por dividendos e desdobramentos. Na visão em dólar, os ativos brasileiros foram convertidos pela PTAX do fim de cada mês; na visão em real, os americanos é que foram convertidos. Os ETFs aparecem tracejados (DIVO11 e QQQ em traço longo neutro, VHYL em traço longo colorido), exceto o S&P 500, em linha neutra contínua. O CDI aparece em traço e ponto mais claro. Na escala linear, os ativos que mais subiram ocupam quase todo o eixo; a escala logarítmica mostra cada alta em proporção.

Retorno anual composto

Quanto cada ativo rendeu por ano, em média, na moeda escolhida. Para quem estreou depois do início do período, conta a partir da estreia.

AtivoNomeDesdeMultiplicou (US$)Ao ano (US$)Volat.Queda máx.Multiplicou (R$)Ao ano (R$)

Método e fontes

Até out/2026, os preços vêm do histórico montado à mão: ações e ETFs americanos (BLK, GOOGL, LLY, TSLA, QQQ e SPY) com preços ajustados da Digrin; ações brasileiras (ITUB3, EGIE3, PSSA3, WEGE3, TAEE11 e CSMG3) com retornos mensais com proventos da Mais Retorno, conferidos mês a mês contra a cotação oficial da B3 e os proventos pagos (os meses divergentes foram corrigidos); DIVO11 com o fechamento oficial da B3 (o fundo reinveste os proventos); VHYL com o preço em dólar na Bolsa de Londres (VHYD), conferido contra os retornos anuais oficiais da Vanguard, desde mai/2013; bitcoin com o fechamento mensal em dólar da Digrin, desde dez/2010. Depois de out/2026, cada série é estendida todo dia pelos fechamentos ajustados do Yahoo Finance (com fontes reserva), e o mês corrente aparece como parcial. CDI: Banco Central (séries 4391 e 12). Câmbio: PTAX de venda do fim de cada mês (Banco Central, séries 3696 e 1). O passado não garante o futuro. Não é recomendação de investimento.